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A Câmara Municipal de Imperatriz, através da Comissão de Meio Ambiente, Uso e Ocupação do Solo, quer que a Suzano Papel e Celulose cumpra com o protocolo de responsabilidade social, compensação ambiental e políticas internas de controle e diminuição de agentes poluentes no solo e na água. Nessa terça-feira, 18, o presidente e o vice-presidente da comissão, Alberto Sousa (PDT) e José Arimatheia Ditola (PEN), respectivamente, acompanhados do geólogo da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Francisco Geovani, fizeram uma visita institucional è empresa.

Os vereadores o sistema de captação de água no rio Tocantins, o processo de tratamento dessa água que é usada no processamento do eucalipto e depois devolvida ao rio e o aterro sanitário da fábrica.

Alberto Sousa relatou que a comissão recebeu denúncias de moradores da área sobre o mau cheiro exalado do aterro e dos gases emitidos no processo de industrialização da celulose, além do registro de casos de alergia dermatológica em pessoas que usaram a água do rio em área próxima ao sistema de captação.

O vereador disse que a comissão recebeu explicações de diretores da empresa e a garantia de que todos os procedimentos técnicos para diminuir ao máximo o mau cheiro dos gases emitidos pelo processamento do eucalipto, além de melhorias no aterro sanitário.

Compensação ambiental

A comissão cobra a devolução de R$ 10 milhões ao município de Imperatriz que foram repassados pela Suzano à gestão anterior do governo estadual e destinados pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente ao Parque Estadual de Mirador.

Alberto Sousa informou também que a Câmara Municipal está atenta à política de responsabilidade social da empresa e solicitou maior aplicação de recursos em projetos que beneficiem o município. "Maior dos R$ 19 milhões previstos no projeto de implantação da planta de Imperatriz, destinados a investimentos na área social, foram aplicados nos estados do Pàrá e Tocantins, e em outras cidades do Maranhão", afirmou.

Aterro sanitário

A Comissão de Meio Ambiente da Câmara defende uma parceria entre a Suzano, a Prefeitura e o estado para construção do aterro sanitário de Imperatriz, sem o qual o Município continuará inadimplente junto à União, por força de uma lei de 2010 que estebeleceu como prioridade aos municípios médios e grandes interessados em convênios e projetos federais na área do meio ambiente a construção de aterros sanitários.

"Desde 2014 Imperatriz está inadimplente. É inadimíssivel não termos ainda um aterro sanitário para tratamento do lixo doméstico e hospitalar. É uma questão ambiental e de saúde pública gravíssima. Dezenas de famílias estão sendo prejudicadas por causa do lixão da Estrada do Arroz", justificou o vereador. Ele quer o envolvimento da Câmara, Ministério Público, Município e Estado para resolver definitivamente a questão. 

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