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Após esclarecimentos em audiência pública, as obras serão acompanhadas permanentemente pelos membros da comissão
Imperatriz – Representantes de empresas diretamente ligadas ao assunto, deputados federais, representantes ambientais, da sociedade civil organizada e vereadores estiveram discutindo os motivos da paralisação das obras de duplicação da BR-010, na travessia urbana de Imperatriz, na manhã desta quinta-feira (26), na Câmara Municipal.  A audiência pública foi solicitada pelos vereadores Rildo Amaral (SDD) e Alberto Sousa (PP) e presidida pelo vereador-presidente da Comissão de obras e serviços Enoc Lima Serafim (PDT).

Os convidados tiveram a oportunidade de prestar esclarecimentos e juntos buscarem soluções para que a obra tenha continuidade.
Vários tópicos de entrave nas obras foram abordados, entre eles a falta de licenciamento específico, segundo relatou o promotor de Defesa do Meio Ambiente Jadilson Cirqueira.
“Essa obra nem deveria iniciar por não ter licenças ambientais. É preciso resolver essas questões jurídicas. As que tinham foram anuladas. O nosso objetivo é que saia uma obra dentro da legalidade.”

O DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte) explicou que a obra não parou, mas sim teve uma baixa produtividade dos serviços devido a entraves técnicos, entre eles a linha de energia da CEMAR (Companhia Energética do Maranhão).
A CEMAR, por sua vez esclareceu que os procedimentos a serem adotados estavam fora das planilhas já orçadas, com custos muito altos. Segundo o executivo de relacionamento da empresa Sandro Marcos Lemos várias reuniões já estão acontecendo em Brasília para que os valores não sejam repassados ao consumidor e sim diluídos pelo Governo Federal.
Os deputados Federais do PDT, Deoclides Macedo e Weverton Rocha também contribuíram com as discussões e se dispuseram a ajudar a resolver as questões pendentes.

O vereador professor Carlos Hermes Ferreira da Cruz (PC do B) propôs a criação de uma comissão de acompanhamento permanente do debate.
“Uma comissão que tenha a presença do Ministério Público, do parlamento, do DNIT, da empresa que venceu a licitação, da sociedade civil organizada e que haja reuniões permanentes de discussões.” Hermes ainda lembrou que o povo é o objeto de maior impacto na discussão da questão ambiental e que também deve participar.

O vereador Enoc Serafim finalizou a audiência anunciando que a comissão para acompanhamento das discussões em torno da obra de duplicação será organizada na próxima terça-feira (31). Umas das primeiras atribuições será a regularização ambiental, que é a mais urgente, para que a obra seja retomada.


O vereador professor Adonilson(PCdoB) solicitou ao prefeito Sebastião Madeira a doação de um terreno, medindo no mínimo 300 m2, ao Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu(MIQCB). 

A Indicação foi aprovada e subscrita por boa parte dos vereadores que se sensibilizaram com a luta das mulheres quebradeiras de Coco na região. Ao fazer a menção de apoio, muitos vereadores, inclusive o autor da indicação fizeram uma espécie de desabafo ao relatar as origens humildes, o trabalho no campo e a relação das famílias com a extração do Babaçu.

 “Os discursos e relatos nesta casa reforçam a necessidade de apoiarmos o movimento das Quebradeiras de Coco como  patrimônio cultural de um povo e atividade econômica que possui profunda harmonia com o meio ambiente”,  explicou Adonilson acrescentando ser  neto de quebradeira de coco e possuir muita admiração pelo trabalho da entidade.

O  vereador  adiantou  que conversou com o prefeito Sebastião Madeira sobre a doação do terreno para o MIQCB. “O prefeito se mostrou favorável a demanda do movimento e as  negociações estão avançadas  para a cessão do terreno  ao movimento”, disse o professor Adonilson.

Uma das bandeiras do Movimento é a efetivação da Lei do Babaçu Livre que embora aprovada não chega a vigorar na maioria dos municípios de atuação das quebradeiras de Coco.

A Lei tem como   objetivo garantir  o livre acesso e o uso comum das palmeiras de coco babaçu às quebradeiras e suas famílias mesmo em áreas de fazendas. O descumprimento  estabelece multas e punições para quem derrubar, cortar ou envenenar os babaçuais e determina que a fiscalização também pode ser feita por entidades representativas da classe dos trabalhadores e trabalhadoras rurais e das quebradeiras de coco.

Recentemente ao receber no  gabinete a  visita das lideranças do  Movimento Interestadual de Mulheres Quebradeiras de Coco(MIQCB), , Eunice da Conceição Costa,  Representante da Regional de Imperatriz  e

Rosalva Silva Gomes, Assessora Técnica do movimento, o vereador professor Adonilson se  prontificou a apoiar a luta pela garantia dos direitos conquistados na aprovação da Lei do Babaçu Livre e nas articulações para a Marcha das Margaridas que será realizada no mês de agosto em Brasília-DF.

 “É isso que um mandato tem que fazer, apoiar as discussões que contribuam para a melhor qualidade de vida das pessoas, e nada mais justo que reconhecer a legítima luta das mulheres guerreiras, lutadoras no campo”, defendeu o vereador.

Para Eunice Conceição Costa  um dos grandes problemas que ainda vivem as mulheres que trabalham na exploração do coco babaçu é a questão das grandes faixas de terra que estão sendo vendidas  com seus donos derrubando as palmeiras a fim de investir em monocultura. “A situação compromete a sobrevivência de muitas famílias  que dependem da exploração do babaçu como atividade econômica”.

O Movimento Interestadual de Mulheres Quebradeiras de Coco (MIQCB) atua em quatro estados: Maranhão, Pará, Tocantins e Piauí. Divididos em regionais,  as mulheres tentam a expansão suficiente para dar vez e voz às demandas de fundamental interesse para a sobrevivência no campo.


Entre as situações que dificultam o trabalho das quebradeiras de coco   estão a interdição do acesso aos babaçuais, a cobrança por metade dos cocos coletados e a compra das amêndoas por atravessadores que revendem para as indústrias de sabão e óleo, além de ameaças de morte e castigos físicos. (Mozart Magalhães /Gabinete)

O juiz da 1ª Vara do Município de João Lisboa  Glender Malheiros Guimarães, decretou a Prisão Preventiva dos Policias Militares, Sargento Francisco De Assis Carneiro e do Cabo Luciano Mota Lago, o magistrado atendeu solicitação do Promotor de Justiça,Fabio Henrique Meireles Mendes,da 1ª Promotoria Criminal de João Lisboa.

Os PMs denunciados pelo Ministério Publico como suspeitos do desaparecimento do Jovem João Filho Brito dos Santos,20 anos, de acordo com as investigações os policiais teriam sidos vistos abordando João Filho na Avenida Pedro Neiva de Santana, quando o mesmo pilotava uma moto, os PMs negaram que tenham abordado João Filho,  os policiais encontram presos nas dependências do 3º Batalhão da Policia Militar em Imperatriz. 

Os soldados Clesio e Patrick prendeu na final da tarde desta quarta feira(26) Maykon Lima de Sousa, acusado de trafico de droga, a prisão do mesmo aconteceu na casa da namorada, Bairro Nova Imperatriz, com o mesmo aprendidos 25 pedras de crack já embaladas para venda, uma balança de precisão e duas pedras de crack, pesando 55 gramas.


Uma moto Bros vermelha de propriedade do acusado foi prendida,  e entregue no Plantão Central, de acordo com os policias Patrick e Clesio, o trabalho de investigação foi feita pelo Serviço de Inteligencia da Policia Militar do 3º BPM.  



O velório do Juiz Armindo Reis esta acontecendo na Associação Medica, localizada na Rua Coriolano Milhomem, Bairro Centro, o corpo chegou ao local por volta das 12 horas e 40 minutos, juízes, promotores, advogados e amigos presentes no momento que o caixão chegava, os pais e o irmão ficaram abraçados sobre o caixão por um longo período. 


Armindo Reis morreu na madrugada desta quarta feira na UTI do Hospital Santa Monica, ele foi internado dia 28 de fevereiro após ter sofrido um acidente de transito na Avenida Dorgival Pinheiro com Rido Grande do Norte, no momento do acidente ele pilotava uma moto quando colidiu com um veiculo. o sepultamento acontece nesta quarta feira as 16 horas no Cemitério Campo da Saudade. 

             

Prefeitura de Imperatriz


Nota de Pesar Em nome do povo de Imperatriz vimos publicamente externar o sentimento pela morte, ocorrida nesse, 26 de março, do juiz de direito Armindo Reis, que há dias, vítima de acidente de trânsito, lutava pela vida. O momento é de dor, e nada que se diga agora será capaz de aplacá-la, contudo, fica o lamento de toda a cidade por tão triste e prematura partida de alguém que aqui cresceu, viveu e exercia com sapiência seu mister. Aqueles que amamos nunca morrem, apenas partem antes de nós. Que Deus ilumine e console a vida de todos que o amavam!

 Sebastião Torres Madeira
 Prefeito de Imperatriz

Morreu na madrugada desta quarta feira o Juiz Armindo Reis, ele encontrava internado na UTI do HC após sofrer um gravíssimo acidente de moto dia 28 de fevereiro na Avenida Dorgival Pinheiro com Rio Grande do Nortes por volta das 14 hrs, a moto que ele pilotava colidiu com outro veiculo, familiares do magistrado estavam esperando o quadro clinico dele melhorar para transferir o mesmo São Paulo. a morte do magistrado aconteceu por volta das 2:00 da madrugada.