Escolher Menu

CONCURSOS

Últimas Notícias

POLICIAL

GERAL

POLÍTICA

TRÂNSITO

Populares encontraram na tarde desta segunda feira o corpo de Lourim, o mesmo tinha sido morto com golpes de faca no peito esquerdo e outro golpe no pescoço que quase decepou a cabeça, Lourim tinha varias passagens pela polícia pela pratica de assalto, o corpo foi encontrado por populares por traz da antiga Planete Veículos, Bairro JK.

Populares informaram a policia que não perceberam nenhuma   movimentação na madrugada de segunda feira, a guarnição do Santa Rita, composta pelo soldados Dauvane e Rangel foram até o local onde fizeram a preservação do local ate a chegada do IML, o corpo foi removido ate o ICRIM onde ficará esperando ficará esperando familiares fazer o reconhecimento, a vitima foi identificado apenas o primeiro nome, Rony, o mesmo era morador do Conjunto Planalto.
IMPERATRIZ – Uma operação da Delegacia de Entorpecentes em conjunto com a Delegacia de Roubos e Furtos, resultou na apreensão de dois caminhões com mais de 800 caixas de cigarros importados, avaliadas em cerca de um milhão e seiscentos mil reais.
: Letícia Sekitani/ Imirante Imperatriz
O delegado da Polícia Federal Josenildo Ferreira conta que foi feita uma denúncia para o delegado Regional Assis Ramos, e logo o mesmo acionou a delegacia de roubos e furtos.

“Eles foram contratados em Parnaíba para transportar essa carga para Imperatriz. Aqui uma pessoa ligaria no celular deles e receberia essa carga”, detalha o delegado.
: Letícia Sekitani/ Imirante Imperatriz
Segundo informações da polícia a carga é avaliada em torno de um milhão e seiscentos mil reais. Estava sendo transportada do munícipio de Parnaíba, Estado do Piauí, e seria entregue em Imperatriz.
A polícia prendeu em flagrante os motoristas, Auciano Barros de Freitas, de 35 anos, Antônio Dacio da Silva, de 23 anos, e Antônio Marcos Oliveira Viana, de 42 anos.
Os suspeitos, segundo a PRF, podem responder pelo crime descaminho por estarem transportando uma carga ilegal.
Diana Cardoso/Imirante Imperatriz
Vítima chegou a ser socorrida para o HGCA, mas não resistiu aos ferimentos

O empresário Manoel Carlos Santana, de 61 anos, morreu neste domingo (19), após ter o corpo queimado por criminosos em um assalto, no município de Feira de Santana, a 116 km de Salvador. O assalto ocorreu no restaurante da vítima no último sábado (18).

De acordo com a polícia local, os suspeitos amarraram a vítima antes de atear fogo. Uma das testemunhas gravou as imagens do empresário tendo as chamas do corpo apagadas. Nas imagens é possível ver o desespero das pessoas ao tentar socorrê-lo.

O empresário foi encaminhado ao HGCA (Hospital Geral Clériston Andrade) com 99% do corpo queimado, não resistiu aos ferimentos e morreu na tarde deste domingo (19).

O restaurante da vítima ficou completamente destruído. A polícia investiga se a morte do empresário foi motivada pela tentativa de assalto ou por vingança.

VEJA O VÍDEO  



Do R7 com Record Bahia

Uma Operação da 10ª Delegacia Regional de Imperatriz e policias do SEIC, prendeu na as 19 horas de domingo no Bairro Nova Imperatriz, o casal Jeferson e Gleyce Kelly, com eles foram encontrados uma grande quantidade de capsulas com cocaína, revolver calibre 38 e uma grande quantia em dinheiro, os dois estavam em um Punto vermelho de placa NSU-Ananideua-PA, o Delegado Assis Ramos que esteve participando da operação que prendeu Jeferson disse que ele é integrante de uma quadrilha do "PANICO" acusada de vários assaltos onde os integrantes  usavam mascaras do filme Panico.

O Delegado Assis Ramos falou que no momento da abordagem Jeferson teria jogado o veiculo para cima dos policias, tendo sido preciso efetuar vários disparos contra o veiculo, vindo acertar a perna de Jeferson, ele já esteve preso no presidio de Americana, estado do Pará, sobre Gleyce Kelly, Assis disse que a mesma é funcionária do CEUMA em Imperatriz.


A prefeita do município de Bom Jesus das Selvas, Cristiane Damião, sofreu um gravíssimo acidente na BR-222, por volta das 18h de hoje (19).
Segundo informações repassadas ao Blog do Luis Pablo, o carro da prefeita, uma SW4 branca, capotou por várias vezes. O acidente ocorreu no Povoado de Bacabal, entre os municípios de Bom Jesus das Selvas e Açailândia.
Cristiane Damião estava junto com o motorista, que encontra-se em estado grave. Ela está recebendo os primeiros socorros no Hospital São Rafael, em Imperatriz.

blog do Lobão
Istoé
O poeta maranhense Ferreira Gullar, 84 anos, acaba de ser eleito imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL), depois de décadas recusando a honraria. Recebeu 36 dos 37 votos, sendo um em branco. Ele aceitou ocupar a cadeira 37, que pertenceu ao presidente Getúlio Vargas (1882-1954) e ao jornalista e empresário Assis Chateaubriand (1892-1968), simplesmente porque ela foi ocupada, por último, por seu amigo e também poeta Ivan Junqueira, falecido em julho. Mas a eleição que o mobiliza, atualmente, é a presidencial. Notório crítico do Partido dos Trabalhadores, ele diz que “a saída do PT do poder é uma revolução para o Brasil”.
Após ter votado em Marina Silva (PSB) no primeiro turno, Gullar, agora, optou por Aécio Neves (PSDB). Ex-comunista e ex-exilado pela ditadura, o poeta concorda que o ideal de sociedade mais justa é difícil de ser alcançado, mas defende que ele seja perseguido por todas as pessoas de boa-fé. Residente no mesmo apartamento há décadas, no bairro de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, ele se diz feliz na companhia de muitos livros, quadros e da gata, cujo nome é Gatinha.
IstoÉ: O sr. escreveu, antes do primeiro turno, que esta eleição é das mais imprevisíveis e tumultuadas. Continua achando?
Ferreira Goulart: Acho que o Aécio (Neves-PSDB) tem chances de ganhar. Pode ser que não ganhe, mas acompanhe: quem votaria na Dilma (Rousseff-PT) no primeiro turno já votou. O Aécio, porém, teve seus votos divididos com a Marina (Silva-PSB). Então, agora, quem tem possibilidade de crescer é ele. Acho que a margem de crescimento dela é muito pequena. É, aliás, o que eu desejo. Desejo que a Dilma perca a eleição. Doze anos no poder não tem cabimento, e ainda quer ficar mais!
O sr. também acha que os 20 anos do PSDB em São Paulo são um exagero?
Só que não tem essa safadeza, essa corrupção toda. O Geraldo Alckmin (PSDB) é um homem limpo.
O sr. vota em Aécio porque acredita que ele é a melhor opção ou porque ele é oposição ao PT, que o sr. critica tão fortemente?
São duas coisas: primeiro, alguém tem que substituir o PT, chega de PT. Segundo, não tenho dúvida de que o Aécio é essa pessoa. Pelo governo que fez em Minas Gerais, acho que ele não é um irresponsável, pelo contrário. Deu uma prova admirável quando caiu nas pesquisas, ficou com menos de 20%, mas continuou na batalha, dizendo que ia para o segundo turno, que ia ganhar. Achei aquilo curioso. Achei que ele estava querendo apenas não jogar a toalha, não se dar por vencido. Mas não, ele mostrou uma capacidade, uma raça que é coisa muito positiva. E o Brasil precisa de uma pessoa assim, dada a situação que o PT criou para o País.
Qual situação?
O Brasil está encalacrado, com a economia em crise, a inflação subindo, uma corrupção espantosa. Não pode continuar isso. Acho que a saída do PT do poder é uma revolução no Brasil. E a continuação é um desastre. Quando o PT foi criado, eu fiquei a favor, acreditava que seria benéfico para o País, para fazer avançar essa luta pela sociedade mais justa, e depois me desapontei. Tenho sempre criticado o governo do PT, continuo nessa visão crítica, e torcendo para alguém vencer o PT. Torci pela Marina no primeiro turno porque parecia que ela é que iria disputar o segundo turno com a Dilma. Mas agora é o Aécio. Eu o conheço, sei que é competente, capaz, e apoio a candidatura dele.
Atualmente, o que atrai mais seu interesse, a poesia ou a política?
Não sou político. Sou cidadão e tenho uma coluna num grande jornal (“Folha de S.Paulo”) em que posso emitir minhas opiniões. Agora, o País é uma coisa que me preocupa o tempo inteiro. A poesia é outra coisa. Dou minha opinião de cidadão, pai de família, com filhos e netos, que compreende que a sociedade brasileira é muito injusta, e isso tem que ser mudado, corrigido, e é obrigação de cada um de nós lutar contra isso. Não se pode aceitar a desigualdade que existe no Brasil, os hospitais cheios de pessoas morrendo sem ser atendidas, ou o ensino péssimo. Paga-se mal aos professores, que têm que trabalhar em quatro ou cinco lugares para sustentar a família.
O sr. tem feito poesia?
Não. A poesia depende de fatores que não dependem da nossa vontade. Posso determinar que vou escrever uma crônica amanhã sobre tal coisa. Mas não posso dizer que vou escrever um poema amanhã, porque vai sair uma bobagem. O poema, como digo, nasce de um espanto, não é uma coisa que sai por querer. Mas eu parei de me espantar. Só me espanto com a corrupção – mas a corrupção não merece um poema.
E os quadros? Tem pintado? Algum novo livro?
Meu hobby é pintar, desenhar, fazer colagens. E esse hob­by vai ganhar uma exposição em São Paulo, em novembro, e depois outra no Rio. Tem um livro de colagem que está sendo feito e deverá ser publicado no começo do ano que vem, por uma editora nova, a Edições de Janeiro. E tem, também, por essa mesma editora, um livro que venho compondo há 30 anos, que se chama “O Prazer do Poema”. São os que li e que mais me comoveram e encantaram, de autoria de outros poetas. Deve sair no fim deste ano ou no começo do outro.
O sr. sempre recusou se candidatar a vagas na Academia Brasileira de Letras. Por que aceitou, agora? 
Demorei porque não fazia parte do meu projeto de vida entrar para a Academia, nunca tinha pensado nisso. Há pessoas que têm entre seus objetivos conseguir um lugar na ABL. Eu não. Quando me convidavam, eu falava que não tinha interesse; isso levou anos e anos. Mas alguns amigos insistiam, insistiam, e eu comecei a me sentir mal, um pouco arrogante, o dono do pedaço… Quando morreu o (poeta) Ivan Junqueira (1935-2014), que era um grande amigo, pessoa por quem eu tinha muito afeto, pensei: “Bom, já que vou ter que entrar, vou entrar no lugar do Ivan, que é meu amigo, uma cadeira que me honra.”
Como está se sentindo eleito? 
A posse é em dezembro. Se aceitei me candidatar é porque vou aceitar o convívio na Academia. Tenho muitos amigos lá, e nada tenho contra. Evidentemente, sou bastante ocupado, nem sempre estarei lá. Mas o compromisso que tenho que assumir assumirei. Pretendo frequentar e cumprir com a minha obrigação.
A governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), vai oferecer o fardão, como é praxe, já que o sr. é maranhense. O sr. se sente confortável, já que o Maranhão é o Estado com maior número de miseráveis do País?
O Sarney foi meu colega de juventude, nós temos a mesma idade praticamente e fazemos parte da geração que mudou a literatura maranhense, que renovou. Mais tarde, conheci a Roseana, muito cordial, gentil. Eu não vivo no Maranhão, eu vivo no Rio. Mal tomo conhecimento disso, não estou envolvido com a política do Maranhão, faço questão de não me envolver nisso. Acho o Sarney uma pessoa afetuosa, gentil. Fez uma carreira política que o levou até a Presidência da República, certamente por isso também.
O sr. começou sua militância política no Maranhão? 
Não. Eu entrei para o Partido Comunista por causa do golpe militar (1964) porque eu sabia que ia lutar contra aquele regime que estava surgindo, e não ia lutar sozinho. Depois, aconteceu comigo o que aconteceu com muita gente; fui preso e exilado.
Como se define politicamente hoje?
Eu acho que, hoje, essas denominações de direita e esquerda se tornaram bastante precárias, já não têm mais a nitidez que tinham na época em que a gente estava lutando pela reforma agrária, etc., o que resultou no golpe militar. Mas, com o fim do socialismo real, o fim da União Soviética e o fato de hoje a China e a Rússia serem, de fato, capitalistas, é uma teimosia o cara se prender a essa ideologia que não deu certo. É um sistema que fracassou. Querer a sociedade justa e a igualdade entre as pessoas é uma coisa muito correta. Agora, a maneira como isso se transforma em função administrativa está errada, não dá certo. O capitalismo, que é o regime da exploração, se baseia na iniciativa privada e a cada momento milhões de pessoas criam empresas. Isso é uma força produtiva muito grande. Mas não pode comparar isso a seis burocratas dizendo como o país deve funcionar, como é que a economia deve ser.
A sociedade justa é definitivamente uma utopia?
A sociedade justa deve continuar sendo o objetivo de todas as pessoas de boa-fé, honestas e solidárias com os outros. O que eu digo é que aquela tentativa não deu certo, mas não quer dizer que não seja possível. Acho que tem de continuar buscando o caminho. O que não pode, realmente, é ter um sujeito que ganha US$ 1 milhão a cada cinco minutos e outro que ganha US$ 500 por mês. Não dá, né?
O sr. tem um filho com esquizofrenia. O que acha do uso medicinal da maconha para tratamento de doenças como essa? 
Meu filho hoje vive normalmente com os remédios que são resultado de pesquisas durante décadas e décadas. Funcionam muito bem. Agora, isso é a minha opinião. Hoje, qualquer opinião contrária a coisas dessa natureza é tachada de preconceito. Se de fato a maconha tem qualidades medicinais, e pode ser, não sou médico para dizer que não, acho certo usar. Não sou contra o uso medicinal da planta. Mas dizer que a maconha é inofensiva para ser usada como divertimento eu acho perigoso. Para parte das pessoas não é alucinógena, mas para parte das pessoas é um risco grande.  Elas perdem o controle e podem ser levadas a fazer coisas graves. Sem falar que a maconha pode ser a porta para outras drogas pesadas.