A Prefeita Joice Marinho e o Deputado Aluísio Mendes foram recebidos pelo Presidente Jair Bolsonaro em audiência no Palácio do Planalto.


A prefeita de Amarante do Maranhão, Joice Marinho, acompanhada pelo Advogado Jânio Duailibe e pelo Deputado Federal Aluísio Mendes, foi recebida nesta segunda-feira (13.05) pelo Presidente Jair Bolsonaro. Em pauta o principal assunto foi a demarcação de terras indígenas, mas precisamente sobre a ampliação da reserva indígena que compreendem grande parte do município de Amarante.

O Presidente da FUNAI, General Franklimberg de Freitas, também esteve presente. O Deputado Aluísio Mendes usou como argumento de convencimento o fato de que Amarante é um potencial produtor rural e isso aquece sobre maneira a economia da região.  “Atualmente, 1,5 mil propriedades estão fixadas na região pretendida para expansão.

Ou seja, é metade do contingente presente em Amarante. Evitamos assim um dano imensurável à região”, disse o Deputado. O Presidente Jair Bolsonaro assegurou sua posição a respeito do assunto; “No que depender de mim, não serão ampliadas e nem teremos novas reservas na região”, disse o presidente. Ele ainda gravou um vídeo sobre o assunto ao lado da Prefeita Joice e do Deputado Aluísio Mendes.

Joice Marinho agradeceu o apoio de Aluísio Mendes. “Nunca uma cidade como Amarante foi tão valorizada desta maneira. Fomos recebidos com toda a atenção pelo presidente Bolsonaro que nos deu esta garantia muito importante para a região”, disse a prefeita.

A notícia foi recebida no final da tarde desta segunda-feira de forma muito positiva pela comunidade de Amarante, uma vez que o município além de ser  o segundo maior produtor de rebanhos bovinos do estado, vem se consolidando como um polo da região nas áreas de saúde, educação e agricultura, abrangendo os vizinhos; Sitio Novo, Buritirana e Montes Altos. Vale ressaltar a importante articulação feita pelo secretário municipal Iramar Calista entre a Prefeita Joice e o Deputado Aluísio.


MAIS -  A Reserva Indígena Governador tem 41,6 mil hectares. Caso a expansão fosse confirmada, a área passaria para 204,7 mil hectares. Ou seja, Amarante teria mais de 70% do território constituído por reservas indígenas, o que causaria um dos maiores êxodos já registrados no Brasil.

(ASCOM/PMA)