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Cicin quer impor censura Religiosa e política aos evangélicos de Estreito

Deputado Federal Marco Feliciano (PSC-SP) participou de comício na manhã de Domingo em Estreito-MA (16/09) e declarou apoio a Verbena Macedo (PDT).
A ligação de Marco Feliciano com o povo é tão manifesta que se elegeu Deputado Federal como um dos mais votados nas comunidades evangélicas do estado de São Paulo e, por isso mesmo, a nação evangélica clama por Feliciano como seu representante no Congresso Nacional. Ainda tem um grande sonho a realizar e conta com aqueles que sonham como ele. Sonham com um Brasil mais justo, uma Igreja forte, unida e acima de tudo respeitada e militante. O deputado costuma dizer que ainda verá um Presidente da República Federativa do Brasil evangélico, o que repetiu neste comício. Se fizeram presentes várias lideranças regionais, dentre as quais se destacam também o Prefeito de Porto Franco, Deoclides Macedo (PDT), a Deputada Estadual Valéria Macedo (PDT), vários candidatos a vereador, e o público preponderante era formado por evangélicos e o comício realizou na praça da Liberdade.
O principal adversário de Verbena Macedo de forma autoritária e antidemocrática chegou a entrar com reclamação eleitoral, com o intuito impedir a propaganda eleitoral nos carros de som da candidata pedetista que convidou o público evangelico para o comício e anunciou a presença de Marco Feliciano e outras autoridades públicas e, ainda, que ela se abstivesse de utilizar do que chamou de festa para propaganda política. O Juíz Eleitoral da 82.ª Zona Eleitoral, Dr. Gilmar de Jesus Everton Vale, numa decisão que rasgou os mais elementares direitos políticos e religiosos concedeu liminar no processo n.º 389-28.2012.6.10.0082 requerida por Cícero Neco, sob o estapafúrdio argumento de que a presença de um Deputado Federal num comício poderia configurar showmício. O Magistrado Eleitoral que, curiosamente, deixa ocorrer no Município os mais extravagantes abusos de poder econômico e se mantém em silêncio, nunca fez uso do poder de polícia que a legislação o outorga proferiu um despacho nos seguintes termos: Destarte, determino que a requerida se abstenha de veicular a propaganda do referido evento nos seus carros de som, bem como não se utilize da festa para propaganda política e ou qualquer outro tipo de manifestação de cunho político e eleitoral, sob pena de crime de desobediência e multa de dez (10) mil reais, por descumprimento desta ordem judicial. A decisão do Juiz, segundo advogados, atenta contra a liberdade religiosa e o sagrado direito dos candidatos de fazerem comícios, de trazerem para seus comícios personalidades da política estadual e nacional, e demonstra em certa medida um completo menoscabo do magistrado para com a ordem democrática e religiosa. Completou nosso consultor juridico.
Onde é que existe proibição de um Deputado Federal, por também ser Pastor Evangélico, não poder pedir e recomendar que sua comunidade vote numa candidata que lhe pareça a melhor para o município e para o Povo Evangélico? Não há proibição na legislação eleitoral e se houvesse seria inconstitucional porque a Constituição Federal autoriza a livre manifestação religiosa. Não se sabe de onde foi que o Candidato Cicin tirou a ridícula idéia de que o Deputado Federal Marco Feliciano, por ser Pastor e líder evangélico, seria artista e que, por isso, não poderia falar ao público evangélico para pedir voto para a Verbena Macedo. Marco fez questão de afirmar que fazia um comício e na condição de deputado federal e líder evangélico recomenda a comunidade evangélica de Estreito a candidata a prefeita Verbena Macedo. O entendimento professado pelo Magistrado não encontra fundamento nos mais comezinhos direitos políticos e nas garantias constitucionais e revela-se mesmo abusivo e suspeito, especialmente considerando que o candidato do PMDB Cicin tem cometido os mais absurdos abusos econômicos, e apesar das inúmeras ações eleitorais ajuizadas pela Coligação de Verbena Macedo ele magistrado tem se mantido inerte e de olhos vedados aos abusos os mais gritantes que são cometidos por Cicin, como distribuição de cestas-basicas, distribuição de combustível as toneladas para carreatas que ele próprio magistrado regulou em reunião com candidatos, a contratação desenfreada de pessoas, distribuição de dinheiro, etc. Na ultima carreata de Cicin, por exemplo, abusivamente foi noticiada por uma Radio FM, o que foi certificado por um serventuário da Justiça, o que seria suficiente para cassar o registro de Cicin, o Magistrado nenhuma providência até agora adotou. A candidata Verbena Macedo ouvida pelo blog disse que “os abusos econômicos são gritantes e correm soltos sem nenhuma intervenção adequada da Justiça Eleitoral, agora um comício meu destinado ao Povo Evangélico de Estreito chega a este ponto de quase ser proibido”. Os advogados da Coligação de Verbena Macedo, ouvidos por este blog disseram que vão adotar providencias legais e administrativas contra a omissão e os abusos da Justiça Eleitoral em Estreito. Vão a Corregedoria Eleitoral em São Luís e, se necessário, ao Conselho Nacional de Justiça, em Brasília, pois quando a sociedade não puder contar com uma Justiça imparcial e infensa a proselitismo político a sociedade fica sem ter a quem recorrer e o regime democrático se transforma numa ditadura econômica e jurídica.